Em 2005, quando a mobilidade elétrica ainda parecia uma realidade distante, Rui Ramalhete, Oficial do Exército, já havia decidido que o seu próximo carro seria um elétrico, profecia que viria a realizar em 2011.
Entre as várias motivações, Rui confessa que a não-dependência das flutuações do preço dos combustíveis tiveram um peso significativo, mas não diferente da sua vontade de impedir que o planeta terra continue a deteriorar-se.
Na hora de comprar um elétrico, Rui não sentiu qualquer receio: afinal de contas tinha passado 6 anos a seguir as tendências da mobilidade elétrica, e mesmo sem partilhar a ideologia dos amigos, ganhou a aposta.
Afinal de contas, hoje em dia Portugal é um dos melhores países da europa no que toca à rede de carregamentos públicos, e as dimensões contidas do nosso país permitem que o seu carro elétrico, mesmo após os quase 200.000km em 10 anos de utilização, ainda retenha 80% da capacidade de bateria, o que são suficientes para as lides do dia-a-dia.
Ter um elétrico é mais fácil do que pensa. Saiba porquê
Desde que comprou o seu primeiro elétrico, Rui Ramalhete fez as contas e poupou 13.000€ em combustível, e em relação a manutenção, desde que comprou o seu segundo elétrico, há 3 anos, ainda não gastou 1 único cêntimo.
Rui é um fã da mobilidade elétrica, não só pela conveniência que traz à sua vida, mas também porque defende que tudo o que possamos fazer para evitar contribuir para o aquecimento global, deve ser feito, e circular de carro elétrico é efetivamente uma atitude que ajuda a poupar o ambiente.
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