Depois de 30 anos, o Mercedes-Benz Classe E continua a prometer conforto e desempenho, graças a uma construção sólida e a acabamentos cuidados, para os quais os materiais são escolhidos a dedo, incluindo no seu coração verdadeiras joias da joalharia, quer sejam servidas a gasolina, a gasóleo ou se apresentem eletrificadas. Mas, ou não estivéssemos na era da tecnologia, também incorpora as ferramentas que permitem tão depressa trabalhar no seu interior como relaxar.

Quando estacionado, é possível até fazer reuniões por Zoom, graças a uma câmara apontada para o interior do automóvel, com a qual também se podem registar momentos divertidos em lazer. Já para o passageiro, mesmo em andamento, há um ecrã reservado ao entretenimento, com a possibilidade de se ver filmes ou até jogar (isto sem incomodar o condutor que, graças a um filtro, não é capaz de ver nada do que se passa no ecrã do banco ao lado).

De resto, há muito informação a absorver por quem segue aos comandos, que dispõe de um painel de instrumentação digital de 12,3’’, de um head-up display que parece projetar os dados (de condução, navegação, etc) no asfalto e de um ecrã tátil de 14.4”, onde se concentra a maioria das funções do sistema MBUX Superscreen.

À procura de um Mercedes-Benz classe E?

Destaque ainda para a iluminação ativa de ambiente, com visualização de som, que permite apreciar a música através da tecnologia Dolby Atmos, com transdutores de ressonância sonora no sistema de som surround Burmester 4D opcional e uma faixa de luz que se acende ao ritmo da música.

Executivo de duas silhuetas

O Mercedes-Benz Classe E vai começar por ser disponibilizado na silhueta Limousine (encomendas a partir de 15 de agosto para as variantes a gasolina e Diesel), mas haverá mais um corpo a cobiçar em breve, com as encomendas para a Mercedes-Benz Classe E Station a serem disponibilizadas ainda antes do final do ano.

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No caso da Limousine, o carro mede 4949mm, reflectindo um crescimento ligeiríssimo (1,4cm) face ao modelo que substitui, mas a bordo há muito mais espaço para todos os ocupantes, tanto ao nível dos joelhos, dos ombros, como da cabeça.

De design clássico, embora desempoeirado e com elementos que pretendem assegurar a sua presença elegante em estrada, o Classe E mantém as suas características de um grande estradista, mais ainda agora que pode incluir o assistente de ultrapassagem em auto-estrada, sem que seja necessário dar qualquer indicação ao sistema. Com o cruise control adaptativo ligado, o carro decide quando ultrapassar um veículo mais lento à velocidade programada, observando todas as condições necessárias para o fazer e regressando, em segurança, à faixa da direita.

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Nas curvas, mostra-se à altura de qualquer desafio, mais ainda com o pacote opcional Technology que inclui suspensão pneumática Airmatic com ajuste contínuo de amortecimento e eixo traseiro direccional, que acompanha o movimento das rodas dianteiras, no mesmo sentido ou em sentido contrário. Ainda em estradas sinuosas, o Classe E garante conforto para todos com o programa antienjoo de viagem Energizing Comfort, que, através de sons, de massagem e de aromas, promete pode ajudar os passageiros que se estejam a sentir mal.

Térmico para já; electrificado já a seguir

mercedes classe e novo

O Mercedes-Benz Classe E começa a chegar primeiro com duas versões térmicas, uma a gasolina e outra a gasóleo, com os preços a serem revelados a 15 de agosto, dia em que abrem as encomendas. As primeiras unidades deverão chegar a território nacional no fim de setembro.

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Na variante 200, o motor de 2,0 litros a gasolina debita 204 cv e um binário máximo de 320 Nm, para uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos (a velocidade máxima é de 240 km/h). Já a mecânica 220d, que pode usufruir de tração integral 4MATIC, assenta num bloco 2.0 turbodiesel, a produzir 197 cv e binário de 440 Nm, com acelerações abaixo dos 8 segundos.

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Em qualquer dos casos, as mecânicas são apoiadas por um sistema mild-hybrid, que lhes permite reclamar uma boa eficiência, quer de consumos, quer de emissões. O modelo a gasolina precisa de 6,4 litros para percorrer 100 km, ao passo que o Diesel requer menos de 5 litros (4,8, no tração dianteiras; 4,9 no 4MATIC).

Em breve, a família vai crescer com o híbrido plug-in 300e, que reúne um motor 2,0 litros, a gasolina de quatro cilindros, a um motor eléctrico de 129cv, alimentado por uma bateria de iões de lítio com capacidade de 25,4 kWh. O resultado é uma potência combinada de 313 cv e binário de 550 nm, o suficiente para reclamar acelerações na casa dos 6 segundos. O consumo homologado, graças a uma autonomia elétrica de até 118 quilómetros, é extremamente baixo: apenas meio litro para 100 km.

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