Há poucos anos, praticamente ninguém em Portugal tinha ouvido falar da OMODA. Hoje, a marca chinesa já tem uma das gamas de SUV eletrificados mais completas entre os novos fabricantes que chegaram ao mercado nacional. Em menos de um ano, passou de dois para quatro modelos, oferecendo alternativas híbridas, híbridas plug-in e 100% elétricas para diferentes perfis de utilização.
A estratégia não é por acaso. A OMODA nasceu para conquistar mercados internacionais e a Europa tornou-se rapidamente uma das suas principais prioridades. Portugal faz parte dessa expansão e, através do Grupo JAP, a marca tem vindo a aumentar a rede de concessionários, a assistência pós-venda e a oferta de modelos.
Mas afinal, quem está por detrás da OMODA? O que distingue esta marca das restantes fabricantes chinesas? E quais são os modelos atualmente disponíveis em Portugal? Neste guia reunimos tudo o que precisa de saber antes de considerar um OMODA.
OMODA: uma marca criada para conquistar os mercados internacionais

Apesar de ser uma marca recente, a empresa que está por detrás da OMODA tem quase três décadas de experiência na indústria automóvel.
A OMODA pertence ao grupo Chery Automobile, fabricante fundado em 1997 e atualmente um dos maiores construtores automóveis da China. Ao longo dos últimos anos, a Chery consolidou-se como um dos maiores exportadores chineses de automóveis, comercializando milhões de veículos em dezenas de países e desenvolvendo tecnologia própria para motores de combustão, sistemas híbridos e veículos elétricos.
Em vez de utilizar a marca Chery na Europa, o grupo decidiu criar uma identidade completamente nova. Assim nasceu a OMODA, apresentada oficialmente em 2022 como uma marca global, concebida desde o início para responder aos gostos e exigências dos mercados internacionais.
O próprio nome pretende transmitir essa filosofia. "O" simboliza abertura e ligação ao mundo, enquanto "MODA" remete para modernidade, inovação e tendências. A combinação reflete a intenção de criar uma marca jovem, tecnológica e com um design pensado para competir diretamente com fabricantes europeus, japoneses e coreanos.
Ao contrário do que acontecia há alguns anos com muitos automóveis chineses, a OMODA não pretende conquistar clientes apenas através do preço. A estratégia passa por oferecer um elevado nível de equipamento, tecnologias de última geração e diferentes soluções de eletrificação, mantendo uma relação qualidade/preço competitiva.
OMODA e JAECOO são a mesma marca?
Esta é uma das dúvidas mais frequentes de quem visita um concessionário ou começa a pesquisar sobre estas novas marcas chinesas.
Embora sejam frequentemente apresentadas em conjunto e partilhem a mesma estrutura comercial em Portugal, OMODA e JAECOO são duas marcas distintas, ambas pertencentes ao grupo Chery.
A OMODA aposta numa imagem mais urbana e tecnológica. Os seus modelos apresentam linhas modernas, interiores digitais e uma oferta centrada em SUV eletrificados para utilização diária.
A JAECOO segue uma filosofia diferente. Apesar de recorrer a plataformas e tecnologias semelhantes, privilegia um estilo mais robusto e inspirado no universo dos veículos de aventura, procurando atrair clientes que valorizam uma imagem mais próxima dos tradicionais SUV todo-o-terreno.
Em Portugal, ambas são representadas pelo Grupo JAP, partilhando concessionários, oficinas e estrutura de assistência, mas cada uma mantém uma identidade própria e dirige-se a públicos diferentes.
Como chegou a OMODA a Portugal?
A estreia oficial da OMODA em Portugal aconteceu no final de 2025, quando a marca lançou os primeiros modelos da gama nacional.
A operação ficou a cargo do Grupo JAP, um dos maiores grupos de retalho automóvel do país, responsável pela importação, distribuição e desenvolvimento da rede de concessionários. Esta parceria permitiu à marca entrar no mercado nacional com uma estrutura de vendas e assistência já consolidada, um fator importante para transmitir confiança aos primeiros clientes.
Os modelos escolhidos para iniciar a operação foram o OMODA 5 EV, um SUV totalmente elétrico, e o OMODA 9 SHS, um híbrido plug-in de grandes dimensões. Em 2026, a gama foi reforçada com o OMODA 5 SHS-H, um híbrido convencional que dispensa carregamento externo, e com o OMODA 7 SHS-P, um SUV híbrido plug-in posicionado entre os dois modelos já existentes.
Com apenas quatro modelos, a OMODA consegue atualmente responder a diferentes perfis de utilização, desde quem procura um SUV compacto para a cidade até famílias que privilegiam espaço, autonomia e tecnologia.
Porque está a OMODA a crescer tão rapidamente?
O crescimento da marca resulta de uma estratégia muito clara. Em vez de apostar numa única tecnologia, a OMODA oferece atualmente três soluções distintas de eletrificação: híbridos convencionais, híbridos plug-in e modelos 100% elétricos.
A isto junta uma extensa lista de equipamento de série, garantias alargadas, um design moderno e preços competitivos face aos principais rivais europeus, japoneses e coreanos.
É precisamente esta combinação que explica a crescente visibilidade da marca em Portugal e o interesse que tem despertado entre condutores que procuram alternativas aos fabricantes tradicionais.
OMODA 5 SHS-H: o SUV híbrido para quem não quer preocupar-se com carregamentos

O OMODA 5 SHS-H é atualmente a porta de entrada na gama portuguesa e também aquele que deverá interessar ao maior número de condutores. Ao contrário dos híbridos plug-in ou dos elétricos, não precisa de ser ligado a uma tomada. Toda a gestão da bateria é feita automaticamente durante a condução, permitindo reduzir os consumos sem alterar os hábitos de utilização.
Este SUV compacto utiliza a tecnologia Super Hybrid System (SHS) da OMODA, que combina um motor 1.5 turbo a gasolina com dois motores elétricos e uma transmissão híbrida dedicada. O resultado é uma potência combinada de 224 cv, suficiente para oferecer boas prestações sem penalizar a eficiência.
Com cerca de 4,42 metros de comprimento, o OMODA 5 SHS-H posiciona-se num dos segmentos mais importantes do mercado português, onde enfrenta modelos como o Toyota C-HR Hybrid, Hyundai Kona Hybrid, Renault Symbioz ou MG ZS Hybrid+.
Além da motorização, um dos seus principais argumentos é o equipamento. Mesmo nas versões de entrada, inclui dois ecrãs panorâmicos de 12,3 polegadas, câmara de marcha-atrás, sensores de estacionamento, climatização automática, carregador de smartphone por indução e um conjunto alargado de sistemas de assistência à condução.
O preço começa nos 29.900 euros, tornando-o um dos SUV híbridos mais competitivos do segmento quando se compara o nível de equipamento oferecido.
Para quem faz sentido?
O OMODA 5 SHS-H é especialmente indicado para quem:
- Procura um SUV compacto para utilização diária.
- Não tem possibilidade de carregar um automóvel em casa ou no trabalho.
- Faz muitos quilómetros em cidade e percursos suburbanos.
- Pretende consumos reduzidos sem alterar os hábitos de utilização.
- Valoriza uma boa relação entre preço e equipamento.
OMODA 5 EV: a porta de entrada para a mobilidade elétrica

Foi o primeiro modelo da marca a chegar a Portugal e continua a ser a única proposta 100% elétrica da gama OMODA.
O OMODA 5 EV mantém praticamente o mesmo design da versão híbrida, mas substitui o motor térmico por um motor elétrico de 204 cv alimentado por uma bateria de 61 kWh.
A autonomia anunciada atinge os 430 quilómetros em ciclo WLTP, valor suficiente para responder às necessidades da maioria dos condutores portugueses, tanto em utilização urbana como em viagens ocasionais.
Outro dos pontos fortes é a capacidade de carregamento. Em corrente contínua, suporta potências até 80 kW, permitindo recuperar uma parte significativa da bateria em menos de meia hora numa estação rápida.
Tal como acontece no SHS-H, o equipamento é um dos grandes argumentos. O interior apresenta um ambiente moderno, com dois ecrãs panorâmicos, materiais de qualidade acima da média do segmento e uma extensa lista de equipamentos de conforto e segurança.
O preço anunciado para particulares começa nos 34.900 euros, posicionando-o como uma alternativa direta a modelos como o BYD Atto 3, Kia EV3, Hyundai Kona Electric ou Volvo EX30.
Para quem faz sentido?
O OMODA 5 EV será a escolha mais interessante para quem:
- Pode carregar regularmente em casa ou no local de trabalho.
- Procura reduzir os custos de utilização.
- Faz sobretudo percursos urbanos ou suburbanos.
- Pretende entrar no mundo dos automóveis elétricos sem ultrapassar os 35 mil euros.
- Valoriza tecnologia e equipamento sem pagar o preço de um modelo premium.
OMODA 7 SHS-P: o equilíbrio entre eficiência, espaço e autonomia

O OMODA 7 SHS-P foi desenvolvido para responder às necessidades de quem procura um SUV familiar mais espaçoso, mas ainda não está preparado para dar o salto definitivo para um automóvel 100% elétrico.
Posicionado entre o OMODA 5 e o OMODA 9, este SUV do segmento C utiliza a mais recente evolução da tecnologia Super Hybrid System Plug-in (SHS-P), combinando um motor 1.5 turbo a gasolina com um motor elétrico e uma bateria recarregável externamente.
O sistema desenvolve uma potência combinada de 279 cv e permite percorrer até 90 quilómetros em modo exclusivamente elétrico, segundo o ciclo WLTP. Para muitos condutores portugueses, esta autonomia é suficiente para realizar as deslocações diárias sem consumir uma única gota de combustível. Quando a bateria se esgota, o motor a gasolina entra em ação, permitindo uma autonomia total superior a 1.200 quilómetros, eliminando a preocupação com carregamentos durante viagens longas.
Face ao OMODA 5, oferece um habitáculo mais espaçoso, um porta-bagagens de maior capacidade e uma posição claramente orientada para utilização familiar. Mantém, no entanto, a aposta da marca na tecnologia, com dois ecrãs panorâmicos, sistema multimédia de última geração, atualizações remotas de software, conectividade sem fios para Apple CarPlay e Android Auto e um conjunto alargado de sistemas de assistência à condução.
Em Portugal, o OMODA 7 SHS-P entra num dos segmentos mais competitivos do mercado, onde enfrenta propostas como o BYD Seal U DM-i, Volkswagen Tiguan eHybrid, Toyota RAV4 Plug-in Hybrid ou Ford Kuga Plug-in Hybrid.
Com preços a partir de cerca de 44.900 euros, posiciona-se como uma alternativa particularmente interessante para quem procura um híbrido plug-in bem equipado sem entrar nos valores praticados pelas marcas premium.
Para quem faz sentido?
O OMODA 7 SHS-P é especialmente indicado para quem:
- Procura um SUV familiar com mais espaço interior.
- Pode carregar regularmente em casa ou no trabalho.
- Faz percursos diários inferiores a 90 quilómetros.
- Pretende reduzir significativamente os consumos de combustível.
- Realiza viagens longas com frequência e não quer depender exclusivamente da rede de carregamento.
OMODA 9 SHS: o topo de gama que quer desafiar os SUV premium

O OMODA 9 SHS representa o expoente máximo da tecnologia atualmente disponível na marca e demonstra claramente a ambição da OMODA para o mercado europeu.
Trata-se de um SUV de grandes dimensões equipado com a versão mais avançada do sistema Super Hybrid System, que combina um motor 1.5 turbo com três motores elétricos para desenvolver uma potência combinada superior a 535 cv.
Os números impressionam. A aceleração dos 0 aos 100 km/h é realizada em apenas 4,9 segundos, colocando-o ao nível de modelos significativamente mais caros. Mas o desempenho não é o único argumento.
Graças à bateria de 34,46 kWh, o OMODA 9 consegue percorrer até 145 quilómetros em modo exclusivamente elétrico (WLTP). Quando conjugada com o depósito de combustível, a autonomia total anunciada ultrapassa os 1.100 quilómetros, permitindo enfrentar viagens longas sem preocupações.
O equipamento acompanha o posicionamento do modelo. O habitáculo foi pensado para competir com propostas premium e inclui bancos dianteiros elétricos com funções de aquecimento, ventilação e massagem, sistema de som Sony, teto panorâmico, head-up display, iluminação ambiente configurável, câmaras de visão de 540 graus e um vasto conjunto de sistemas de assistência à condução.
Em vez de competir diretamente com SUV generalistas, o OMODA 9 procura afirmar-se como uma alternativa a modelos de segmentos superiores, oferecendo níveis de potência, autonomia e equipamento pouco habituais nesta faixa de preço.
Em Portugal, o preço ronda os 52.900 euros, posicionando-o abaixo de muitos rivais premium com especificações semelhantes.
Para quem faz sentido?
O OMODA 9 SHS é a escolha ideal para quem:
- Procura o SUV mais sofisticado da gama OMODA.
- Valoriza potência e prestações elevadas.
- Pretende realizar grande parte das viagens em modo elétrico.
- Faz viagens longas regularmente.
- Procura equipamento próximo do segmento premium por um preço mais competitivo.
Uma gama para diferentes necessidades
Ao contrário do que acontece com muitos fabricantes, a OMODA não procura que todos os clientes escolham o mesmo modelo. Cada proposta foi desenvolvida para responder a necessidades específicas.
Quem pretende um híbrido simples e sem preocupações com carregamentos encontrará no OMODA 5 SHS-H a opção mais racional.
Para quem pretende entrar no mundo da mobilidade elétrica, o OMODA 5 EV continua a ser a principal porta de entrada na gama.
As famílias que procuram mais espaço e uma autonomia elétrica suficiente para o dia a dia encontrarão no OMODA 7 SHS-P uma proposta equilibrada.
Já o OMODA 9 SHS representa a visão mais ambiciosa da marca, combinando potência, conforto e tecnologia para competir com SUV de posicionamento bastante superior.
OMODA 5, OMODA 7 ou OMODA 9: qual escolher?
Apesar de partilharem a mesma identidade visual, os modelos da OMODA destinam-se a perfis de utilização bastante diferentes. A escolha depende sobretudo do tipo de utilização, da possibilidade de carregar a bateria e do orçamento disponível.
| Modelo | Motorização | Potência | Autonomia elétrica | Preço desde* | Ideal para |
|---|---|---|---|---|---|
| OMODA 5 SHS-H | Híbrido convencional | 224 cv | Não aplicável | 29.900 € | Quem não pode carregar em casa e procura consumos reduzidos |
| OMODA 5 EV | 100% elétrico | 204 cv | Até 430 km (WLTP) | 34.900 € | Utilização urbana e suburbana com carregamento regular |
| OMODA 7 SHS-P | Híbrido plug-in | 279 cv | Até 90 km (WLTP) | Cerca de 44.900 € | Famílias que pretendem combinar condução elétrica com viagens longas |
| OMODA 9 SHS | Híbrido plug-in | Mais de 535 cv | Até 145 km (WLTP) | Cerca de 52.900 € | Quem procura um SUV topo de gama com elevada potência e muito equipamento |
*Preços indicativos para particulares, sujeitos a campanhas comerciais em vigor.
Mais do que escolher o modelo mais potente ou o mais acessível, o importante é optar pela motorização que melhor se adapta ao seu dia a dia. Para quem percorre poucos quilómetros e pode carregar regularmente, um elétrico ou um híbrido plug-in pode fazer sentido. Já para quem realiza viagens frequentes ou não tem acesso fácil a carregamento, o híbrido convencional continua a ser uma solução muito prática.
Que garantia oferece a OMODA?
Um dos argumentos mais fortes da marca é a garantia.
Em Portugal, a OMODA oferece uma garantia geral de sete anos ou 150.000 quilómetros, consoante o que ocorrer primeiro.
Nos modelos eletrificados, a bateria de alta voltagem beneficia ainda de uma garantia de oito anos ou 160.000 quilómetros, proporcionando maior tranquilidade aos clientes preocupados com a durabilidade deste componente.
Como acontece com qualquer fabricante, a manutenção deve ser efetuada de acordo com o plano previsto para garantir a validade da cobertura.
Como funciona a assistência em Portugal?
Uma das principais dúvidas relativamente às marcas chinesas prende-se com a assistência pós-venda.
No caso da OMODA, a operação nacional é assegurada pelo Grupo JAP, responsável pela importação, distribuição e desenvolvimento da rede de concessionários em Portugal.
Além da comercialização dos veículos, a estrutura garante assistência técnica, fornecimento de peças e acompanhamento dos clientes através da rede oficial.
Nos últimos meses, a marca tem vindo a expandir gradualmente a sua presença em território nacional, reforçando o número de concessionários e oficinas autorizadas.
Ainda assim, antes de avançar para a compra, é aconselhável confirmar qual o concessionário oficial mais próximo da sua área de residência e os serviços disponíveis.
Quais são os principais concorrentes da OMODA?
A OMODA entrou num dos segmentos mais competitivos do mercado automóvel, enfrentando marcas com uma longa tradição na Europa.
O OMODA 5 SHS-H concorre diretamente com modelos como o Toyota C-HR Hybrid, Hyundai Kona Hybrid, MG ZS Hybrid+ e Renault Symbioz.
O OMODA 5 EV enfrenta propostas como o BYD Atto 3, Kia EV3, Hyundai Kona Electric e Volvo EX30.
No segmento dos híbridos plug-in, o OMODA 7 SHS-P mede forças com modelos como o BYD Seal U DM-i, Volkswagen Tiguan eHybrid, Ford Kuga Plug-in Hybrid e Toyota RAV4 Plug-in Hybrid.
Já o OMODA 9 SHS procura afirmar-se como uma alternativa a SUV de posicionamento superior, oferecendo níveis de potência e equipamento que rivalizam com propostas bastante mais caras.
Embora a notoriedade da marca ainda esteja longe da dos fabricantes tradicionais, a relação entre equipamento, desempenho e preço é atualmente um dos seus principais argumentos.
Vale a pena comprar um OMODA?
A resposta depende, como sempre, das necessidades de cada condutor.
Quem procura uma marca com décadas de presença em Portugal poderá sentir maior confiança num fabricante tradicional. No entanto, quem valoriza tecnologia, equipamento, garantia e uma boa relação entre preço e desempenho encontrará na OMODA uma proposta muito interessante.
O facto de a marca ser representada pelo Grupo JAP constitui também um fator importante para reduzir algumas das dúvidas normalmente associadas à chegada de novos fabricantes ao mercado nacional.
Naturalmente, ainda é cedo para avaliar aspetos como a desvalorização a longo prazo ou o comportamento da gama após vários anos de utilização. No entanto, a evolução registada desde a chegada da marca demonstra uma estratégia consistente, uma gama em crescimento e um investimento significativo na consolidação da rede comercial e de assistência.
Em pouco tempo, a OMODA deixou de ser uma marca praticamente desconhecida para se afirmar como uma das fabricantes chinesas com maior presença em Portugal.
A aposta numa gama totalmente eletrificada, que inclui híbridos convencionais, híbridos plug-in e modelos 100% elétricos, permite responder a diferentes perfis de utilização sem obrigar o cliente a optar por uma única tecnologia.
O OMODA 5 SHS-H surge como a proposta mais racional para quem procura um SUV híbrido compacto e acessível. O OMODA 5 EV representa a porta de entrada para a mobilidade elétrica. O OMODA 7 SHS-P destaca-se pelo equilíbrio entre espaço, autonomia e eficiência. Já o OMODA 9 SHS demonstra até onde a marca consegue levar a combinação entre tecnologia, desempenho e equipamento.
Independentemente do modelo escolhido, a estratégia da OMODA é clara: oferecer automóveis modernos, bem equipados e tecnologicamente avançados a preços competitivos, reforçando a concorrência num mercado cada vez mais disputado.
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