4 descapotaveis usados 50 mil euros

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4 descapotáveis usados até 50.000€

Chegou a primavera! Voltam os descapotáveis. O inverno não é boa época para conduzir a céu aberto, mas agora que o bom tempo parece ter voltado para ficar, é o melhor convite para abrir a capota do cabrio. Se ainda não tem um na garagem, mas está a ponderar juntar-se este ano à “tribo do sol”, aqui estão quatro opções de luxo para quem tem até 50.000€ para gastar. 

4 descapotáveis usados por menos de 50 mil euros

Mercedes-Benz Classe C Cabrio

Mercedes-Benz Classe C Cabrio

Com genes do S Cabrio (que cedeu alguns dos sistemas de assistência à condução e até a capota mais elaborada), o Classe C Cabrio constituiu uma nova aposta da Mercedes-Benz, que não tinha rival para os descapotáveis Série 4 da BMW e Audi A5. Chegou ao mercado com o objetivo de se impor como o descapotável mais avançado deste segmento: era o único que podia ter suspensão pneumática e motor V8, além da mais ampla gama de motorizações na classe.

A capota é em lona e pode ser colocada ou removida de forma elétrica em apenas 20 segundos e com o carro em andamento até uma velocidade de 50 km/h, estando disponível em duas versões: uma básica, de série, e uma segunda chamada acústica (e idêntica à estreada no recente S Cabrio) que emprega multicamadas de revestimento. A estrutura combina magnésio, alumínio e aço, o que permitiu uma poupança de 8 kg face a uma estrutura similar toda em aço.

A capacidade do porta-bagagens varia entre os 360 litros (com capota) e 285 litros (a céu aberto), semelhante à de BMW série 4 Cabrio, mas mais “curta” do que a do Audi A5 Cabriolet. Os bancos traseiros são individuais e recebem dois ocupantes adultos desde que não tenham mais de 1,75 metros de altura e as costas dos mesmos têm uma posição bastante vertical. Na condução, conte-se com uma afinação rígida da suspensão traseira e uma altura ao solo 1,5 cm inferior à da berlina do Classe C. Em opção, o Classe C Cabrio podia surgir equipado com suspensão pneumática com amortecimento variável em três ‘modos’, Confortável Normal e Desportiva.

No leque de motores, muita escolha, com cinco unidades a gasolina (C 180 de 156 cv, C 200 de 184 cv, C 250 de 211 cv, C 300 de 245 cv e C 400 de 333 cv) e duas Diesel (C 220 d de 170 cv e C 250 d de 204 cv), sempre com 4 cilindros, exceto no caso do 400 (V6), apenas com tração integral (4Matic).

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Mini Cabrio John Cooper Works

Mini Cabrio John Cooper Works

Se o Mini Cabrio é a versão mais desejável do compacto premium da marca britânica, a versão John Cooper Works é a mais divertida de conduzir. Talvez não haja outro descapotável compacto com tanto charme e relação tão proveitosa entre prestações, dinamismo e preço.

O topo de gama do descapotável de 2+2 lugares, com capota têxtil controlada eletricamente (abre e fecha em 18 segundos, incluindo com o carro em movimento até 30 km/h), não é propriamente um carro acessível, mas compensa pelo que oferece em sensações, experimentadas a céu aberto, em estado ainda mais puro, sem filtros.

Some-se ainda o desenho carregado de personalidade e bons pormenores de estilo, resultando num conjunto que não sendo propriamente sóbrio, nunca é espalhafatoso: tons específicos, belíssimas jantes de 17 polegadas de série, duas saídas de escape cromadas e difusor na traseira.

No interior, há logos específicos, volante com uma pega ótima, a encher as mãos, além de um banco do condutor que dá ares de bacquet, configurando uma posição perfeita sobre todos os comandos.

Sob o capot, nas versões posteriores a 2016, está a variante mais musculada do motor de 2 litros a gasolina da marca, com potência “esticada” de 211 para 231 cv, o suficiente para acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 7 segundos, num automóvel que pode chegar quase a 250 km/h (redline às 6000 rpm). Um pequeno desportivo fantástico!

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BMW Série 4 Cabriolet

BMW Série 4 Cabriolet

Baseada na mesma arquitetura técnica do Série 3 (G20), o Série 4 Cabriolet mede os mesmos 4,77 m de comprimento, 1,85 m de largura, 1,38 m de altura e 2,85 m entre eixos do Série 4 Coupé de que deriva, somando-lhe os reforços estruturais necessários para compensar a ausência do teto fixo – a rigidez torsional aumentou 4%.

Na segunda geração, o Série 4 Cabriolet trouxe a grande novidade da capota têxtil, em vez do tejadilho rígido retrátil que cobria o modelo pioneiro (substituiu o Série 3 descapotável em 2013). A ideia era regressar ao classicismo e charme da cobertura de lona, mas sem perder o conforto acústico das capotas metálicas, e com esse objetivo em mente a BMW investiu na conceção de uma estrutura interior de topo, com painéis rígidos para uma melhor insonorização da peça e reduzir-lhe as vibrações. Com a vantagem adicional de ser 40 por cento mais leve do que o componente cessante. Assim, para abrir o habitáculo do Série 4 Cabrio, a capota recolhe-se num compartimento específico na zona da bagageira, após um acionamento de 18 segundos (o mesmo tempo para fechar) e com o veículo a circular até à velocidade de 50 km/h. Com a mudança o descapotável alemão ganhou espaço na mala: 300 litros em vez de 220.

A gama de motorizações na primeira fase do lançamento incluía já muitas opções, três a gasolina (420i com 184 cv, 430i com 258 cv e M440i xDrive com 374 cv) e uma a gasóleo (420d com 190 cv), todas com caixa automática de 8 velocidades (Steptronic).

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Mercedes-Benz SLC

Mercedes-Benz SLC

Foi o SLK de 1997 que acelerou o processo de democratização da capota rígida retrátil, estrutura metálica em desuso mesmo no catálogo da Mercedes-Benz. Modelo de sucesso, o descapotável da marca da estrela foi sendo atualizado ao longo dos tempos, ação que, em 2016, coincidiu com a mudança no nome para SLC – as letras S e L são as iniciais de Sport e Light (desportivo e ligeiro) e a C associa o roadster alemão ao Classe C. No fundo, nada mais do que marketing, uma vez que o SLC não era mais do que modernização do modelo de 2011 (R172), que também era apenas evolução de descapotável de 2004 (R171) melhorado em 2008.

Entre os elementos comuns encontra-se, obviamente, a capota rígida retrátil Vario, que também foi melhorada, ganhando comandos de abertura e fecho autorizados em movimento, até 40 km/h. O Magic Sky Control, para mais ou menos transparência do tejadilho panorâmico, manteve-se entre os opcionais, ao lado do Airscarf para aquecimento de cabeça e nuca de condutor e passageiro.

No SLC, a Mercedes passou a disponibilizar o sistema Dynamic Select que permite transformar o temperamento do automóvel, através de intervenção eletrónica na atuação de motor, caixa, direção e suspensão. O equipamento era de série nas versões 250 d, 300 e 43 e opcional na 180 e na 200, sempre com cinco modos: Comfort, Sport, Sport+, Eco e Individual. A caixa automática de 9 velocidades 9G-Tronic era “standard” nos SLC 300 (245 cv), 250 d (204 cv) e 43 (367), mas opcional no 180 (156 cv) e no 200 (184 cv).

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