3 monovolumes novos 40 mil euros

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3 monovolumes novos até 40.000€

O êxito do formato SUV “matou” os monovolumes. Este tipo de veículo familiar, criado para atacar a popularidade das carrinhas, chegou a ser a carroçaria da moda em Portugal, mas é o mercado que determina as escolhas dos fabricantes e, num período de dez anos, tudo mudou: os SUV passaram a ser prioritários.

Ao mesmo tempo, os monovolumes (ou MPV, acrónimo de Multi Purpose Vehicles) perderam muita popularidade, independentemente de manterem as qualidades por trás do sucesso excecional durante as décadas de 1990 e 2000, da funcionalidade ao espaço ou à versatilidade do habitáculo e capacidade de carga. Ainda assim há alguns resistentes.

3 monovolumes novos que custam menos de 40.000€

Renault Grand Scénic

Renault grand scenic

Entre os resistentes com maiores trunfos está o Grand Scénic, versão maior e com 7 lugares do monovolume que a Renault renovou no final de 2019, quando passou a apresentar-se equipada com uma nova geração de motores de última geração da marca francesa, todos compatíveis com a norma ambiental mais recente. São duas propostas a gasolina – TCe 140 FAP e TCe 160 FAP – ambas tendo por base o bloco 1.3 desenvolvido em parceria com a Daimler.

Já entre soluções que promovem a versatilidade e o sentido prático do habitáculo, destaque-se a possibilidade do banco do passageiro dianteiro poder assumir a posição de mesa; os bancos traseiros deslizarem, individualmente, sobre calhas, de modo a que seja possível otimizar o transporte de volumes, sem prejuízo do número de ocupantes; e a existência dos tabuleiros/mesas nas costas dos bancos dianteiros. Os dois lugares da terceira fila podem arrumar-se no piso, fazendo variar a capacidade do compartimento da mala entre os 533 litros e os 189 litros, com as três filas de bancos disponíveis.

Na lista de novos trunfos do Scénic, destaque para a imagem, que seduz, e para o cuidado empregue nos detalhes. O habitáculo agrada pela apresentação moderna e cuidada, com bons materiais e revestimentos em todas as áreas que os olhos podem alcançar. Na dotação de série, o monovolume mais compacto da Renault está equipado com jantes de 20 polegadas, uma invulgaridade em modelos compactos. Porém, os acertos de molas e amortecedores corretos anulam qualquer sinal de desconforto à passagem por bandas sonoras ou lombas. Sobre asfalto liso, bom equilíbrio entre conforto e estabilidade, com baixo nível de ruídos a chegar ao interior do carro.

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BMW Série 2 Active Tourer

BMW Serie 2 Active Tourer

Na 2.ª geração do monovolume compacto de tração dianteira, a BMW utiliza uma plataforma com distância entre eixos aumentada, que permite mais espaço para ocupantes e bagageira – de 470 a 1455 litros. Assim, a funcionalidade mantém-se como argumento de conquista, através de acessos muito facilitados ao interior e de um banco traseiro com formato e rebatimento tripartido (40/20/40) e regulações longitudinais (até 13 centímetros). O portão da mala, de série, tem abertura elétrica.

Entre as novas soluções tecnológicas, o modelo bávaro estreia a geração mais recente do sistema iDrive, que trabalha em conjunto com um painel de instrumentos totalmente digitalizado e dois monitores, um com 10,25’’ e outro com 10,7’’.

No mercado português, o novo Active Tourer está disponível só com mecânicas térmicas associadas a uma caixa automática. A gama arruma-se da seguinte forma: dois motores a gasolina, ambos com o conhecido motor 1.5 Turbo, nas declinações de 136 cv/230 Nm no 218i, 170 cv/280 Nm no 220i. A segunda variante do bloco 3 cilindros junta um sistema Mild Hybrid, enquanto o 218d, turbodiesel com 4 cilindros e 2 litros de capacidade, debita 150 cv e 360 Nm. De acordo com a BMW, a oferta vai aumentar no verão com a chegada das duas versões híbridas Plug-In 225e xDrive e 230e xDrive (com 245 cv e 326 cv, respetivamente), ambas com baterias de 16,3 kWh e 80 km de autonomia elétrica.

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Citroën ë-Berlingo Multispace

Citroën ë-Berlingo Multispace

O Citroën Berlingo Multispace pode não ser o familiar mais belo do mercado, mas não há muitos que lhe façam sombra quando o assunto é versatilidade. E agora, colocando de lado os motores térmicos, transformou-se numa espécie de elétrico tudo em um, combinando o espaço e o sentido prático de um furgão, com as duas enormes portas laterais deslizantes a permitirem um acesso amplo e desafogado a um habitáculo amplo e arejado em todas as direções e a capacidade de acolher até sete ocupantes a bordo.

Na versão elétrica, o monovolume francês dispõe de um motor com 136 cv (100 kW) e 260 Nm, alimentado por uma bateria com 50 kWh de capacidade para mais de 200 km de autonomia. O ë-Berlingo aguenta carregamentos rápidos a 100 kW, sendo precisos 30 minutos para reabastecer 80 por cento. As cargas domésticas a 2,3 kW demoram até 15 horas e a 7,4 kW («wall-box») é possível abastecer em 7h30 minutos. Há a possibilidade de cargas a 11 kW (AC, trifásica, 5 horas), tendo a marca apostado forte na eficiência do sistema de refrigeração das baterias para que seja retirada a máxima eficácia dos carregamentos.

Em tudo o resto, igual a si próprio. O ë-Berlingo tem capacidade de carga igual à da do modelo convencional (775 litros na versão de carroçaria M e 1050 litros na versão XL – e até 4000 litros com a 2.ª fila de bancos rebatida), incluindo vários espaços de arrumação (167 litros) adicionais. Integra inúmeras ajudas eletrónicas à condução (cerca de 18) e o «Head-up display» é único no segmento, sendo ainda possível destacar o novo painel digital de 10’’ (de série na versão Feel Pack) que incorpora todas as informações a bordo. O ecrã tátil de 8” na consola conta com menu especial que dá acesso às especificações elétricas do veículo: fluxo de energia, modo de condução ativo, nível de carga da bateria e estatísticas de consumo, incluindo a média do percurso percorrido (kWh/100 km).

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